sábado, 8 de novembro de 2008

Fábula para adultos...

O Jegue e a Catenga

Era uma vez uma catenga que adorava cantar forró, andando alegremente em passos suaves e ritmados pela caatinga ao som da sua doce voz não não nota que na sua frente encontra-se um obstáculo não habitual em seu bioma, mas que por força superior surge, areia movediça. Quando percebe já encontra-se tentando segurar-se em alguma coisa ao seu redor para não afundar e padecer sem atingir a fama musical que tanto surgia em seus sonhos, grita euforicamente para a mata toda ouvir e quando acha que tudo está perdido eis que surge seu salvador,um jegue.
O animal não foi ao encontro da catenga porque escutou seus gritos, na verdade estava seguindo uma jega que estava no cio mas que por motivos de seleção sexual não queria copular com o quadrúpede pois esse apresentava o orgão reprodutor segundo ela própia " suficientimente grande para deixar feridas internas e eternas".
O jegue triste por não conseguir fazer um amorzinho ver a catenga se afogando e coloca a pata para ela segurar, não da certo, tenta com o rabo e o mesmo acontece, com as orelhas também, e resolve então colocar o pau pra catenga tentar se segurar e ela consegue! Os dois conversam, a catenga fala que tava alegre porque tinha sido convidada pra participar do programa Idolos e que por isso estava tão saltitante, fala que se caso conseguir conquistar as rádios com sua música um dia ajudaria o jegue no que ele precisasse.
Cinco anos se passam e a catenga já é a artista mais requisitada em eventos da alta sociedade e nas capas de revistas de fofocas, sua musica consquistou o Brasil. Andando em eu conversível pela mata para visitar velhos amigos ela escuta um grito e acelera para ver o que estar acontecendo, para sua supresa era seu amigo o jegue que estava se afogando na mesma areia movediça que ela há cinco anos tinha se salvado. Corre para perto da areia e tentar colocar a pata para salvar seu amigo, não dá certo, tenta o pescoço e não consegue levantar o jegue de jeito nenhum, após todas as tentativas corporais possiveis ela pega seu conversível, e coloca na areia de modo que o jegue consiga se agarrar e volta pra terra firme. Conseguida a façanha da salvação do seu velho amigo eles saem para tomar uma cachaçinha com mel e botar os papos em dia.

Moral da história: Você não precisa ter o pau grande, é só ter um carro!

PS: Há muito tempo um amigo me contou uma história semelhante, a única coisa que fiz foi transcrever mudando o ambiente e as personagens.

2 comentários:

Lívia disse...

hauahauaahauhau
me matei de rir aqquii viu?
hauahauaahua
namoral, você se superou
hahaha

Mário Júnior disse...

Pois é... já tinha visto essa "moral da história" noutros lugares, o que torna coerente a sua reescrição com outros personagens (uma catenga e um jegue). Coisas bem típicas de estudantes de biologia, inclusive pelo vocabulário utilizado: bioma, cópula etc. :p

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