quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

O homem que morreu rindo.



    O título pode nao revelar o quão dolorosa pode ser a morte, e realmente foi o que aconteceu com Seu João, matuto, namorador e frequentador assíduo das budegas da vizinhança. Uma bela noite resolveu sair para curtir pois na noite anterior tinha sonhado que a meia-noite sairia meia dúzia de mulé correndo pelada e ele tangendo pra sua casa. Sorria sempre que olhava pra o relógio e este andava rápido ou como ele dizia "parece que tá comendo feijão". Por volta das 11 da noite entra na budega uma dessas moças de "vida fácil", da cintura pra cima parecia um cágado, da cintura pra baixo um mocó. Como não tava pra qualquer uma e mais tarde suas garotas surgiriam peladas Seu João olha pra ela e resolve arengar:


- Morena, morena! Pra urubu só falta pena!


    Para sua supresa a "morena" apresentava um cromossomo Y e não gostando da abordagem e da semelhança comentada resolve partir pro tapa. Meia hora de briga depois a "morena" encontra uma peixeira em uma das mesas e dá um golpe certeiro onde sua mãe fazia cosquinha em sua infância. Ferido Seu João cai em cima do balcão com a peixeira presa ao "subaco" e um sorriso na boca.


6 comentários:

Mário Júnior disse...

Rapaz, que coisa mais trash. Isso foi apenas ficção ou algum caso estampado pelo jornalismo policial?

Em meia hora de briga dá pra acontecer um monte de coisas, não é? Por isso estou pensando que é pura imaginação.

E o que é um "mocó"?

Fabiano disse...

kkkkkkkkkkkkk muito boa história... Mário você apesar de nordestino, não conheces nada da nossa cultura mesmo... a saber meia hora de briga, não significa exatamente meia hora, mas que, na verdade se passaram muito tempo... e mocó é um roedor(ver link) http://pt.wikipedia.org/wiki/Moc%C3%B3.

Se ao meu ver esse é mais uma história dignia de entrar para o cancioneiro das histórias nordestinas,por outro lado bem poderia de fato estampar as primeiras páginas dos jornais sensacionalistas, rsrs

Jorge lucas disse...

Fabiano também é cultura!

Mário Júnior disse...

Consegui botar o mascote lá no blog!

É mais fácil do que parece. :)

Holy disse...

Dá-lhe Lucas. História fascinante e típica do interior. Interior, digo, bodegas da zona urbana.

Allysson disse...

Allysson acima.

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