quarta-feira, 1 de abril de 2009

Manual sexual d@ militante de esquerda!

Por Guto Ferreira

Introdução

O sexo da esquerda marxista tem suas peculiaridades, antes de analisarmos esta modalidade de atividade devemos conceituar o sexo, ele é em sua essência uma atividade humana, ao copularmos nossos corpos são diretamente afetados, sendo modificadas nossas taxas de hormônios havendo um bem estar pessoal dependendo da freqüência e qualidade da atividade, além de poder resultar em uma fecundação. Se considerarmos o corpo humano como natureza, então podemos afirmar que o sexo é uma atividade humana que modifica a natureza e satisfaz um necessidade humana concreta, ou seja, sexo é trabalho. E como todo trabalho ele gera valor, valor este que em uma relação sexual capitalista é expropriado na forma de mais-valia-sexual por um dos sujeitos envolvidos nesta relação. Ou seja, Numa relação sexual capitalista um dos sujeitos satisfaz a suas necessidades sexuais em detrimento a uma satisfação incompleta ou satisfação nula do outro. Outra peculiaridade do sexo capitalista é que esta relação caso haja fecundação um novo proletário sexual pode ser gerado, o sexo é algo fundante.
Já a relação sexual do militante marxista de esquerda visa acabar com esta forma de reprodução da exploração da mais-valia-sexual, ou seja, contrariar a dinâmica sócio-metabolica do capital no sexo, destruir as amarras da opressão, é tanto que quando Marx fala em sua obra em uma sociedade “onde jorra o Leite e o Mel” ele refere-se literalmente a relação sexual do militante de esquerda, do militante sexualmente revolucionário.

Sequem agora algumas dicas para você militante marxista de esquerda, de como praticar um ato sexualmente revolucionário!

Primeiramente para não haver uma expropriação os militantes têm de ser sexualmente compatíveis, pois assim, diminui-se o risco de alguma das partes não se sentir satisfeito ou explorado após o ato do acasalamento.
Antes os sujeitos devem se conhecer a analisarem as capacidade e potencialidades sexuais um dos outros, esta etapa consiste em: o militante listar as posições sexuais que estar apto e treinado para executar bem como o nível de pericia que pode alcançar, especialidades e formação acadêmica, lembrando que quanto mais a mão de obra for sexualmente especializada mais valor agregado a produção sexual vai haver. Ou seja, nada de juntar uma militante que saiba fazer “sexo tântrico” (nível 7 de acordo com o: Nivelador Sexual da Sociedade Moderna; 2007; pg. 69) com outro que ainda não saiu do “papai e mamãe”( nível 1 do: NSSM; idem).
Os padrões de beleza não devem ser levados em consideração, ou seja, aquele militante cabeludo, gordo e feio não deve se desprezado, a única qualidade que deve ser levada em consideração é o nível sexual. Nenhum militante deve ser desconsiderado, todos tem direito ao trabalho, ou seja, o sexo. Caso contrario será gerada uma mão-de-obra sexual de reserva ou exército sexual de reserva que serve além de tudo para aumentar a competição entre indivíduos. Este exército tende a aumentar com a inserção de Capital fixo nas relações sexuais na forma de maquinários, utilizados principalmente por mulheres.
O militante de esquerda marxista deve ser extremamente ativo em sua militância sexual, quanto mais pessoas interagem sexualmente com ele mais próximo da revolução se chega. Ele deve sempre recrutar o máximo de pessoas possíveis (a exemplo do PSTU) e deve sempre lembrar o único mandamento “divino”:
“Pegarás, mas não se apegarás”
O sexo Grupal seria a forma ampliada da militância sexual, e uma forma de comunhão entre os sujeitos sem igual, ele não deve leva em consideração o nível sexual dos envolvidos, apesar, de termos militantes de níveis diferenciados a interação entre mais de dois sujeitos gera uma forma singular de relação. Onde na maioria dos casos os indivíduos interagem “contribuindo dentro das suas possibilidades” e tendo como retribuição o suprimento das suas necessidades, sendo que quando um dos sujeitos não completa outro na relação existe outros dispostos a realizar a complementação.
Caso haja fecundação no sexo militante a produção deve ser socializada dentro dos padrões sexuais dos pais para não reproduzir relações sexuais que fomentem do modo capitalista de produção.
Este foi um opúsculo sobre o tema, estaremos aprofundando o debate em divers@s militantes... digo... com divers@s militantes

Um abraço para todos aqueles que ajudaram na formulação deste texto, tanto as contribuições teóricas como praticas, em especial para o coletivo feminista revolucionário de esquerda - COFRE; ao Partido Único do Trabalhado Assalariado - PUTA, e todos os militantes sexualmente revolucionários.

8 comentários:

Wibsson disse...

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Sem comentários pra essa doidera, só podia ser o Guto mesmo xD

vanessa (tchosa) disse...

santa criatividade vcs hein...

seus deselegantes!

hsssssuhususuis

bjs!
:)

Allysson Allan disse...

Militantes Sexuais de Esquerda do Mundo: Uni-vos.

hahahahaah, eita sacanagem esse texto viu? Parabéns pela criatividade.

Shuellen disse...

Meu irmão...
Essa galera tem não o que fazer mesmo!
Santa criatividade....

Nêga disse...

chuchu!! que criatividade, hein?!
adorei! heiuheiheiheiuieh

Guinho SE disse...

Muito bom, bem teórico sem q o mesmo se torne chato, e com uma ótima proposição para q cada vez amis nos tomnemos revolucionários, pois não precisamos espera q ela venha temos q mudar todos os costumes q não cabem na nova sociedade. kkk

Rafael disse...

faltou a máxima: SEXO ANAL! DERRUBA O CAPITAL!!
SEXO ANAL! DERRUBA O CAPITAL!!

..........


E O BOKETE É INTERNACIONALL!!!

Angela Cirqueira disse...

Não te conheço... Sou prima da Isabel Correia (Índia).
Adoreeeiii o Blog todo, morri de rir em todas as postagens.
Parabéns!

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